Algumas pessoas não conseguem ver sentido em gostar tanto de cães.
Gostar como se eles fossem uma "pessoa", "alguém da família".
É exatamente assim que eu vejo meus cães, desde o primeiro cachorro que eu tive: um vira-latas cor de caramelo, que se chamava Bob e ia passear pelo bairro sozinho pela manhã.
Um dia, Bob amanheceu morto na minha garagem. Envenenado.
Na verdade, sempre considerei meus cachorros grandes amigos. Dos melhores que se pode ter.
Vejo neles esses pequenos gestos de ternura que fazem tanta falta no mundo, e cuja falta vai, com o passar do tempo, deteriorando relações, aumentando distâncias, tornando tudo mais frio.
Acolhida com a companhia silente, mas sempre muito leal e interessada...olhinhos fitos, cabeça alta. É incrível como eles sempre sabem..eles sempre sentem. E estão sempre lá. E fazem com que você saiba disso também.
É por isso que eu sempre me abalo muito quando um deles se vai. Fica maior aquela falta das pequenas amabilidades.
Agora foi a Ju..vítima de uma doença estranha, que chegou sem mais nem menos, em uma dia que ela brincava e comia e corria e dava seus pulinhos engraçados pra receber quem chegava.
Em dois dias ela teve completamente destruído o seu sistema nervoso..mas na última hora, já combalida pela dor, ela parou de gemer e reuniu forças pra levantar a cabecinha e lançar o último olhar terno pra minha irmã e meu pai que, muito infelizes, autorizaram a eutanásia.
Adeus, Ju maluquets! A gente fica aqui com o coração pequenino e apertado de saudades de você!
E eu acredito que você sabia que ficaríamos.. ♥
Gostar como se eles fossem uma "pessoa", "alguém da família".
É exatamente assim que eu vejo meus cães, desde o primeiro cachorro que eu tive: um vira-latas cor de caramelo, que se chamava Bob e ia passear pelo bairro sozinho pela manhã.
Um dia, Bob amanheceu morto na minha garagem. Envenenado.
Na verdade, sempre considerei meus cachorros grandes amigos. Dos melhores que se pode ter.
Vejo neles esses pequenos gestos de ternura que fazem tanta falta no mundo, e cuja falta vai, com o passar do tempo, deteriorando relações, aumentando distâncias, tornando tudo mais frio.
Acolhida com a companhia silente, mas sempre muito leal e interessada...olhinhos fitos, cabeça alta. É incrível como eles sempre sabem..eles sempre sentem. E estão sempre lá. E fazem com que você saiba disso também.
É por isso que eu sempre me abalo muito quando um deles se vai. Fica maior aquela falta das pequenas amabilidades.
Agora foi a Ju..vítima de uma doença estranha, que chegou sem mais nem menos, em uma dia que ela brincava e comia e corria e dava seus pulinhos engraçados pra receber quem chegava.
Em dois dias ela teve completamente destruído o seu sistema nervoso..mas na última hora, já combalida pela dor, ela parou de gemer e reuniu forças pra levantar a cabecinha e lançar o último olhar terno pra minha irmã e meu pai que, muito infelizes, autorizaram a eutanásia.
Adeus, Ju maluquets! A gente fica aqui com o coração pequenino e apertado de saudades de você!
E eu acredito que você sabia que ficaríamos.. ♥
é triste mesmo amiga, mas fica bem.
ResponderExcluirbjus.
Ela era tão bonitinha! Por isso eu ñ gosto + de ter bichos.
ResponderExcluirQuando eles morrem é bad trip.
Pena que você tenha atualizado o blog com uma coisa tão triste.
Fica com Deus.
bj